Matheus Cannizza, coordenador da área contencioso cível, e Geovanna Nicolete, advogada cível do Diamantino Advogados Associados, tiveram artigo de opinião publicado no Portal Consultor Jurídico, no qual analisam a impenhorabilidade do bem de família mesmo quando se trata de imóvel de alto padrão.
O advogado Elvis Rosseti, da área cível do Diamantino Advogados Associados, teve seu artigo de opinião publicado no portal Correio Braziliense, sobre o abandono afetivo parental.
A advogada Maria Fernanda Pires Pimenta, da área cível do Diamantino Advogados Associados, teve seu artigo de opinião publicado no portal Gazeta do Povo, sobre decisão do STJ que amplia a proteção aos cônjuges na partilha de imóveis doados.
Matheus Cannizza, coordenador da área contencioso cível, e Geovanna Nicolete, advogada cível do Diamantino Advogados Associados, tiveram artigo de opinião publicado no Portal Estadão, no qual analisam a posição do STJ em relação à Lei de Improbidade Administrativa.
O advogado Elvis Rosseti, da área cível do Diamantino Advogados Associados, teve seu artigo de opinião publicado no Portal Debate Jurídico, sobre adjudicação inversa.
Ester Silva Assana, advogada da Controladoria Jurídica do Diamantino Advogados Associados, teve seu artigo de opinião publicado no Portal Debate Jurídico, sobre a regulamentação da Inteligência Artificial.
O Broadcast, serviço de notícias do Estadão para operadores do mercado, publicou reportagem sobre a repercussão da suspensão da moratória da soja, com comentários da dra. Lívia Bíscaro Carvalho, coordenadora da área cível do Diamantino Advogados Associados.
Matheus Cannizza, coordenador cível, e Geovanna Nicolete, advogada da área cível do Diamantino Advogados Associados, tiveram seu artigo de opinião publicado no portal Consultor Jurídico (Conjur).
No texto, eles analisam uma importante oportunidade que se apresenta ao Supremo Tribunal Federal: a de redesenhar os contornos da responsabilidade do Ministério Público em sua atuação judicial na defesa do interesse público.
Lívia Bíscaro Carvalho (coordenadora da área cível) e Lara Prado (advogada da área cível) tiveram seu artigo de opinião publicado no Portal Debate Jurídico sobre o recente julgado do Superior Tribunal de Justiça que trouxe à tona a discussão sobre os limites do incidente de desconsideração da personalidade jurídica (IDPJ).
Reparação: Cinquenta e dois anos após o assassinato de José Carlos Mata Machado pela ditadura militar, a viúva do militante, Maria Madalena Prata Soares, recebeu da União, em julho deste ano, R$ 590 mil de indenização por danos morais pela morte do marido por agentes do Estado.
"Ainda que tardio, o pagamento efetiva o dever do Estado de reparar as graves violações cometidas durante a ditadura militar", diz o advogado Eduardo Diamantino, que representou a família.